"Ás vezes era tão fácil esquecer que eu estava beijando um vampiro.Não porque ele parecesse comum e humano - eu nunca poderia esquecer que estava segurando mais do que um anjo em meus braços - mas porque ele me fazia sentir que não havia nada igual a sensação de ter seus lábios em meus lábios, em meu rosto, minha garganta. Ele dizia que já era coisa do passado a tentação que meu sangue lhe causava, que a idéia de me perder era mais forte que isso. Mas eu sabia que o cheiro de meu sangue ainda lhe causava dor - queimava em sua garganta como se ele estivesse inalando fogo. Eu abri meus olhos e encontrei os dele abertos também, fixados em meu rosto. Não fazia sentido ele me olhar daquele jeito. Como se eu fosse o prêmio ao invés da ganhadora sortuda.''

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